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06.05.2014 Lida vezes.
JAI MAHAL E OS PACíFICOS DA ILHA
FYA! O bamba do reggae nacional está de volta. Jai Mahal e Os Pacíficos da Ilha prometem incendiar os palcos do Brasil em 2014. O disco Invisívelman já está caindo na estrada. As próximas paradas da tour são na capital paulista, nos dias 13/05, 05/06 e 13/06. Confira os serviços abaixo.
Reggae brazuca com o selo “roots” de qualidade, como deve ser: baixo de groove pulsante, bateria percussiva, teclado hipnótico, reverbs e boas doses de blues, samba rock e soul music, na levada de quem tem muito conhecimento de causa.
As participações são muito, muito, especiais. A ensolarada “Sarou” é uma parceria com Arnaldo Antunes que conta ainda com a voz da diva pernambucana Isaar. “Domingo 23”, música de Jorge Ben Jor, ganha uma versão drum and bass acústica com sabor dub, turbinada pela guitarra psicodélica de Lucio Maia (Nação Zumbi/Zulumbi), que faz contraponto com outro convidado, Osvaldinho da Cuíca, criando uma sonoridade heavy samba transcendental. Osvaldinho também destila seu talento em “Caminho do Mar” - um mix inusitado de samba rock com soul e reggae.
A mixagem de Invisívelman é assinada por Victor Rice e Buguinha Dub. Quem toca baixo em quase todas as faixas é o celebrado músico maranhense Gerson da Conceição que também assina a produção do disco ao lado de Jai Mahal. BOOMBÁSTIC!

Ouça e baixe o CD Invisívelman:
https://soundcloud.com/jai-mahal/sets/invis-velman-2014


Jai Mahal – a lenda


Na década de 70, eram poucas as pessoas que se aventuravam pelo mundo do reggae neste país. Jai Mahal tinha 16 anos quando conheceu o ritmo jamaicano, em 1977. Tornou-se um fã inveterado e grande pesquisador. A partir de então, sua história se uniu com a trajetória do reggae no Brasil.
Sua primeira investida na música foi em 1978, ao lado de Nando Reis, Vange Leonel, Cao Hambúrguer e Paulo Monteiro. Os então alunos do colégio paulistano Equipe, eram a banda Camarões, que já fazia suas incursões pelos ritmos Jamaicanos.
Dois anos mais tarde, Jai Mahal e Nando Reis passaram a ensaiar covers de Bob Marley. Junto com Antonio Malta formaram o trio Walking Lions, onde revezavam baixo, bateria e guitarra só para ver se aprendiam alguma coisa. Nando Reis saiu para se juntar aos Titãs e mais tarde os Walking Lions tornou-se uma agremiação esfumaçada que reunia um verdadeiro clã de pessoas ávidas para o aprimoramento da música de Jah.
Dali surgiu a primeira geração de bandas do reggae paulistano nos anos 80: Sinsemila, Pacíficos da Ilha e Nomad, que povoavam o mítico teatro Mambembe ao lado do pessoal que vinha despontando com o hip hop como Thaíde & DJ Hum.
Nos anos 90 vieram as festas no Aeroanta e no Dama Xoc, com o reggae invadindo São Paulo. Um dos responsáveis por isso foi o programa Reggae Raiz comandado por Jai Mahal e China Kane, na rádio Brasil 2000 – 107,3 FM.
Ao mesmo tempo em que Jai Mahal se apresenta com os Pacíficos da Ilha, o programa Reggae Raiz completa 18 anos em janeiro de 2006 e passa a ser transmitido na rádio UOL, onde está até hoje.
Original Café, o primeiro disco de Jai Mahal e Os Pacíficos da Ilha foi lançado em 1991, em vinil mixado e prensado na Jamaica, na Tuff Gong de Bob Marley. Foram exatas 80 cópias que Mahal vendeu naquela confusão que era a Jai Mahal Records. A lojinha de discos e bar que virou o centro do movimento reggae paulistano, atraindo mais de 3.000 pessoas por noite nos finais de semana, revolucionou o movimento de bares na Vila Madalena. A balada pegava fogo!
Depois de uma ressaca, em 1998, a banda produziu a faixa “Mania de Perseguição” para a versão em CD do Original Café. O relançamento, em 2000, deu o que falar: Jai Mahal faz uma performance em frente ao prédio da antiga MTV, aonde ficou acampado com móveis e geladeira durante três meses. “Malucão larga a vida boa para morar na rua” foi o título da matéria no Notícias Populares.
Com a bagagem de quatro idas à Jamaica, sendo que duas delas contaram com a cobertura do mítico festival Reggae Sunsplash, Jai Mahal retomou os Pacíficos da Ilha formando um quarteto com o tecladista Albert Lemos e os lendários irmãos Bagão e Baguinho, donos da agitada “Adega do Reggae” do Parque Arariba. Da trajetória com os ´irmãos Bago´ ficou registrado o álbum Ao vivo nos estúdios da Brasil 2000 gravado na maratona do Rock de 2004.
Em paralelo, o reggaeman tupiniquim segue como radialista, dividindo seu infinito conhecimento sobre os ritmos da ilha da fumaça. Em 2005 é contratado pela rádio Cultura AM para apresentar o programa ´Reggae de Bamba´ que destaca a produção de reggae nacional e também produzir e apresentar o “Bamba Jam”, fazendo a mandinga de bons sons com a nossa M.P.B. Na rádio UOL, o Reggae Raiz - que já tem 26 anos - segue no ar com mais de 15 mil ouvintes a cada edição.
Como se não bastasse, agora Mahal ainda inventou de apresentar ao lado do historiador e ativista Pedro Comuna, o programa ´Já regou suas plantas?´ na Radio Cidadã a comunitária do Butantã.
Em 2014 começa mais um capítulo na trajetória de Jai Mahal e, consequentemente, na história do reggae brasileiro. O disco Invisívelman está na área, aperte o play!



Links oficiais:
Escute: soundcloud.com/jai-mahal
Curta: facebook.com/reggaeraiz
Siga: twitter.com/jaimahal

Formação Jai Mahal e Os Pacíficos da Ilha:

Jai Mahal - voz e guitarra base
Gerson da Conceição (Mano Bantu – MA) – baixo
Celso França (Mano Bantu – MA) – percussão
Rafael Rodrigues (Mão de Oito) - bateria
Léo Sogabe (Mojo Workers) – guitarra
Albert Lemos - teclados
William Tocalino – trombone
Rafael Molina – saxofone
Fonte: INKER - www.inker.art.br
Incluído por: Portal Agenda Reggae
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