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27.03.2012 Lida vezes.
MOVIMENTO RASTAFARI DA BAHIA, PEDE SOCORRO. FYAH!
O Rastafari na Bahia

Pelas ondas do reggae, o rastafarianismo chegou na Bahia. Com a cara, a voz e os cabelos de Bob Marley, Peter Tosh, Bunny Wailer e outros artistas, ouvidos nas ruas do Maciel, Pelourinho, ou mesmo em seus prostíbulos, locais aonde primeiro chegavam as músicas das ilhas do Caribe. No contato com a cultura baiana, o rastafarianismo adquiriu uma cara própria. ´Assim como é impossível definir um marco zero para o reggae na Bahia, é impossível chegar a uma definição única do rastafarianismo baiano. O que existe é uma identidade multifacetada´, explica Antônio Gody, sociólogo, pesquisador e referência no estudo do reggae na Bahia.
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O que está acontecendo agora
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Hoje, em Salvador, o rastafarianismo se aproxima do sindicalismo e luta por emprego e pela cidadania do rasta; se liga ao pentecostalismo, com os rastafaris convertidos às igrejas evangélicas; torna-se mera estética, com os dreadlocks (tufos de cabelo) representando a valorização da raça negra. Mas há ainda um local onde é possível encontrarmos mais próximo à raiz do movimento, ao rastafarianismo jamaicano, marcado pela existência de comunidades rurais.

Na Rocinha, uma vila não urbanizada e escondida no Pelourinho, rastafaris dividem seu tempo entre a produção de música e a leitura e discussão da Bíblia, livro máximo do rastafarianismo. Vivem à parte do esquema de produção da sociedade capitalista, fazendo reggae, falando de paz e união e seguindo à risca alguns preceitos e rituais do movimento. Principalmente aqueles que fazem meditar e levam à elevação espiritual.
No dia internacional de luta pela eliminação da discriminação racial, alguns políticos estiveram reunidos com um grupo do movimento rastafari baiano, para discutirem a real situação da Praça do Reggae, localizada no Pelourinho. O encontro ocorreu na tarde de quarta-feira (21), no Edificio Bahia Center, anexo da Câmara Municipal de Salvador.
Um dos principais objetivos dos representantes do movimento é o resgate da Praça do Reggae, que está fechada a 7 meses por ordem do Ministério Público. Durante a reunião, foram discutidas algumas reivindicações como o retorno de Wilson do reggae e as pessoas indicadas pelo grupo para administração do local, além dos investimentos financeiros do Ipac, da Casa da Cultura, cronograma das obras e policiamento adequado e diário do lugar.
Ras Ciro Lima, um dos lideres do grupo, afirmou que a reforma do Centro Histórico na época do governo Carlista, resultou em uma exclusão do movimento do reggae em Salvador. ´Fizeram uma praça e deram-lhe o nome de Praça do Reggae. Infelizmente, com isso queriam reafirmar a negatividade sobre o rastafari´, ressaltou.
O vereador agendou uma plenária para o dia 08 de maio às 14h, no Centro de Cultura da Câmara, para discutir a revitalização da praça, centralizando a discussão para os problemas enfrentados por Wilson do Reggae. Serão convidados orgãos como Sucom, Deltur, Ipac, Ministério Público dentre outros.
Agora é aguardar para verificar se realmente as movimentações a favor do movimento são atendidas.
Fonte: Alexandre Cruzz - alexandre@agendareggae.com.br - Msn: alex.cad@hotmail.com - Face: Alexandre Cruzz
Incluído por: Alexandre Cruzz
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